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Arménios acusam o Vaticano em relação ao Azerbaijão

Os líderes arménios do Nagorno-Karabakh criticaram o Vaticano por se manter em silêncio face à destruição do património cristão arménio e à deslocação forçada dos arménios após a tomada da região pelo Azerbaijão em 2023.

Artak Beglaryan, antigo provedor de direitos humanos de Artsakh, afirmou ao Substack.com — conta «The Pillar» (26 de junho) — que o Vaticano não defendeu as igrejas e os monumentos arménios. Argumentou que o Azerbaijão conseguiu influenciar a Santa Sé para que esta evitasse pronunciar-se. Acrescentou ainda que muitos arménios se sentem abandonados pela Igreja — embora os arménios se tenham separado da Igreja após o Concílio de Calcedónia (451).

As críticas visam a relação estreita do Vaticano com o Azerbaijão. Os arménios apontam para grandes projetos de restauração no Vaticano financiados pela Fundação Heydar Aliyev, ligada ao governo, e para a honra papal concedida em 2020 à primeira-dama do Azerbaijão, Mehriban Aliyeva.

Tradução de IA
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